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Programação do Teatro Sesc Senac Pelourinho

 

 

 

PORTINARI, TRABALHO E JOGO

 

Com o objetivo de facilitar o acesso do público brasileiro aos acervos dos museus, o projeto ArteSesc promove a exposição fotográfica de pinturas, gravuras e desenhos de Cândido Portinari, a exemplo de “Lavadeiras”, “Menino com carneiro”, “O Sapateiro de Brodósqui”, “Grupo de meninas brincando” e “Menino com pião”.. A mostra, voltada para o publico infanto-juvenil, busca integrar os conceitos de trabalhar e brincar. Teatro Sesc-Senac Pelourinho (Galeria). Até 20/07, das 14h às 18h. Educador(a) e/ou mediador cultural, agende uma visita mediada pelo telefone 3324 4522 ou mediacaocultural.sesc@gmail.com.


 

 

 

 

 

O SAMBA PEDE PASSAGEM
Obra inédita idealizada pela artista da dança e docente da UFBA, professora e doutora Gilsamara Moura, que tem como foco principal a pesquisa de aspectos da história do samba brasileiro. A partir de estudos com instrumentos musicais, ritmos e estilos de samba como o Samba de Roda, o Samba do Recôncavo, o Pagode, Partido Alto e outros, o espetáculo, apresentado pela Cia Dançalagados, estimula a difusão de conhecimentos de uma das paixões nacionais. Teatro Sesc-Senac Pelourinho. Dia 9/07, às 19h30. Ingressos: R$10 e R$5 (meia). Classificação: livre. Direção Geral e Artística: Gilsamara Moura. Elenco: Aline Damascena, Cíntia Sadoyama, Guego Anunciação, Jamile Souza, Jean Souza, Lorena Lisboa, Nicolas Fernandes e Paola Vásquez.


PALCO GIRATÓRIO
A Rede Sesc de Difusão e Intercâmbio das Artes Cênicas, na sua 2ª etapa 2016, traz a Salvador o Grupo Carmin (RN) com o espetáculo “Jacy” - Uma frasqueira encontrada no lixo contendo vestígios de vida de uma mulher de 90 anos. Este fato real levou o grupo a conduzir uma investigação que durou 3 anos e que, em agosto de 2013, resultou nesta peça de teatro documental. Durante 1 hora de espetáculo, o grupo revela todo o processo dessa investigação e convida a plateia para acompanhar a vida de uma mulher comum que atravessou a 2ª Guerra mundial e a ditadura no Brasil, esteve no centro de um importante conflito da política no RN, viveu um amor estrangeiro e terminou os seus dias sozinha em Natal. Com textos dos filósofos Pablo Capistrano e Iracema Macedo, “Jacy” é uma peça cômico-trágica que revela fatos sobre o abandono dos idosos, a política e o crescimento desenfreados das cidades que, por muitas vezes, ignoramos. Teatro Sesc-Senac Pelourinho. Dias 15 e 16/07, às 19h30. Ingressos: R$10, R$8 (comerciários/dependentes com Carteira Social Sesc atualizada) e R$5 (estudantes e idosos).


PITORESCA
O espetáculo, encenado pela Cia Nu Escuro, conta a história de uma índia idosa e grávida que observa a história do Brasil por mais de 400 anos. Ela presencia a formação das identidades brasileiras que foram construídas a partir dos olhares estrangeiros. Relatos de cientistas e artistas europeus, autobiografia de um africano escravizado, livros de viagens de piratas aventureiros que passaram pelo Brasil forjam um caleidoscópio quase psicodélico de olhares no alvorecer da globalização que escancaram as contradições do nosso mundo moderno. Teatro Sesc-Senac Pelourinho. Dias 22 e 23/07, às 19h30. Entrada franca. Classificação: 12 anos. Elenco: Adriana Brito, Eliana Santos, Izabela Nascente, Lázaro Tuim e Liomar Veloso. Direção e dramaturgia: Hélio Fróes.


MOSTRA SONORA BRASIL
Através do Circuito Nacional de Formação de Ouvintes Musicais, o Sesc investe há 19 anos em programações identificadas com o desenvolvimento histórico da música no Brasil, promovendo apresentações de caráter essencialmente acústico, que valorizam a pureza do som e a qualidade das obras e de seus intérpretes. Em 2016, o Circuito apresenta o tema “Violas Brasileiras” que traça um panorama da viola de cinco ordens e de variantes do instrumento que apresentam características peculiares e regionalizadas, relacionadas a práticas musicais restritas a ambientes geográficos pouco abrangentes. O Circuito será realizado em Salvador no Teatro Sesc-Senac Pelourinho com concertos sempre às 19h30. Ingressos: R$10, R$8 (comerciários/dependentes com Carteira Social Sesc atualizada) e R$5 (estudantes e idosos). Classificação: livre. Mais informações: www.sesc.com.br/sonorabrasil.

Dia 27/07 - Violas Singulares

As violas singulares são aquelas que não foram difundidas além de suas regiões de origem, permanecendo sempre ligadas a gêneros musicais bastante regionalizados. Representando este grupo estão as violas de Cocho do Mato Grosso, a de buriti de Tocantins, e a do fandango, ligada à cultura caiçara paranaense e do sul de São Paulo. As violas singulares, com suas peculiaridades e referências, são apresentadas por Sidnei Duarte (MT), Maurício Ribeiro (TO) e Rodolfo Vidal (SP).

 

 

Dia 28/07 - Violas Caipiras
A viola na região Sudeste se consagrou com as denominações caipira e sertaneja, a primeira relacionada às práticas mais tradicionais do meio rural e a segunda mais associada ao repertório desenvolvido em meio urbano, fundindo à base novos elementos técnicos e estruturais.
Dois músicos representantes do estado de São Paulo vão apresentar repertório que trata desde exemplos mais remotos, como os recolhidos nas pesquisas desenvolvidas por Paulo Freire no interior de Minas Gerais e os que povoam a memória de Levi Ramiro desde a infância, até compositores da atualidade, compondo um panorama do desenvolvimento do instrumento na região.

Dia 29/07 - Violas no Nordeste
A viola no Nordeste pode ser encontrada em sua forma mais tradicional, como a presente corriqueiramente na região Sudeste, mas também em variantes típicas da região, como a utilizada por repentistas, que possui um sistema acústico que melhora a projeção do som, e a machete, característica da região do Recôncavo Baiano.
Os três músicos convidados, Raulino Silva, Adelmo Arcoverde e Cássio Nobre, expoentes em suas áreas, reconhecidos pela dedicação ao repertório tradicional deste instrumento, apresentam uma síntese da presença da viola na cultura nordestina.

Dia 30/07 - Violas em Concerto
O duo Fernando Deghi e Marcus Ferrer apresenta a viola no ambiente de concerto por meio de repertório que remonta ao período colonial brasileiro, anterior à consagração do violão como principal instrumento acompanhador na música, período em que a viola era uma das pontes musicais entre Europa e Brasil. E chega aos dias atuais pelo repertório de compositores contemporâneos que representam uma importante fase da música brasileira em que a viola caipira, consagrada no meio rural, abre espaços nas salas de concerto e vira objeto de estudos no meio acadêmico chegando, inclusive, a se tornar curso de bacharelado.


 

Maiores informações: Tel. (71) 3324-4520
Horário de funcionamento da bilheteria:
Segunda a sábado - das 14h às 19h